2. A SIMULAÇÃO ESTÁ SUBSTITUINDO A TENTATIVA E ERRO
A simulação não é novidade. O que é novo é a frequência com que ela está sendo usada para orientar decisões do dia a dia.
As organizações estão abandonando a melhoria baseada em tentativa e erro e adotando a simulação como uma etapa padrão na tomada de decisão orientada por dados. Em vez de depender apenas de experimentos em ambientes reais, as equipes modelam cenários para compreender os resultados prováveis antes de implementar mudanças.
Essa mudança reflete o aumento da complexidade e dos riscos. Quando o tempo de parada é caro e os prazos são apertados, as equipes não podem se dar ao luxo de “ver o que acontece”. A simulação permite avaliar alternativas, testar suposições e concentrar a experimentação onde ela realmente importa.
O Planejamento de Experimentos (DOE) está sendo cada vez mais utilizado em conjunto com a simulação para transformar insights em ação. Em vez de testar um fator por vez, as equipes usam DOE para entender como as variáveis interagem, identificar os principais fatores que influenciam o desempenho e validar melhorias com menos testes.
À medida que o DOE se torna mais acessível, ele deixa de ser exclusivo de estatísticos especialistas e passa a fazer parte do trabalho rotineiro de melhoria, ajudando as equipes a implementar mudanças com mais rapidez, menos interrupções e menor risco.
As melhorias já não são discutidas indefinidamente nem guiadas apenas pela intuição. Elas são modeladas, estruturadas e sustentadas por evidências antes que qualquer ação seja tomada.
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3. O OEE ESTÁ EVOLUINDO DE UMA MÉTRICA PARA UM FRAMEWORK DE DIAGNÓSTICO
A Eficiência Global dos Equipamentos (OEE) é usada há muito tempo como uma métrica de desempenho. Em 2026, as organizações líderes a utilizam de forma diferente.
Em vez de perguntar “Qual é o nosso OEE?”, elas perguntam “O que está causando nossas perdas?”.
O OEE está sendo cada vez mais utilizado como uma lente diagnóstica, e não apenas como um painel de indicadores. Ele ajuda as equipes a identificar onde ocorrem falhas de disponibilidade, desempenho ou qualidade e onde os esforços de melhoria terão maior impacto, por meio da análise operacional.
Isso reflete uma mudança mais ampla: métricas, por si só, não melhoram processos. O que realmente gera melhoria é compreender a variação, as causas raiz e os trade-offs.
Em muitas organizações, o OEE está se tornando um ponto de partida para a investigação, e não um julgamento final. Ele ajuda as equipes a fazer perguntas melhores sobre confiabilidade, restrições e risco operacional, apoiando uma tomada de decisão mais sólida baseada em dados.
4. Digital Transformation Is Becoming Practical and MeasurableA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ESTÁ SE TORNANDO PRÁTICA E MENSURÁVEL
A transformação digital amadureceu. A conversa está se afastando de grandes substituições de sistemas e de visões abstratas de futuro, e se aproximando de melhorias tangíveis em visibilidade e tomada de decisão.
As organizações estão gerando valor ao usar de forma mais eficaz os dados que já possuem. A transformação digital prática prioriza a clareza em vez da complexidade e a velocidade em vez da perfeição.
O foco deixou de ser a transformação pela transformação, passando a ser a viabilização de decisões melhores hoje. Seja no chão de fábrica ou em reuniões de liderança, o objetivo é obter insights mais rápidos, compreender melhor os trade-offs e agir com confiança.
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5. A ANÁLISE PREDITIVA E A IA ESTÃO CONVERGINDO EM TORNO DA PREVENÇÃO 
A análise preditiva e a IA não se tratam mais de previsão por si só. Seu verdadeiro valor está em permitir intervenções mais antecipadas.
Nas organizações, o uso mais eficaz da IA ajuda as equipes a antecipar riscos, priorizar iniciativas de melhoria e evitar interrupções antes que elas apareçam em relatórios tradicionais.
A IA traz velocidade e escala, mas o pensamento estatístico traz confiança. Os melhores resultados surgem quando a análise avançada está fundamentada em metodologias disciplinadas, garantindo que os insights sejam explicáveis, confiáveis e acionáveis.
O resultado é um modelo operacional mais preventivo, que reduz surpresas e apoia uma tomada de decisão confiante.
6. O PENSAMENTO ESTATÍSTICO ESTÁ SE EXPANDINDO ALÉM DOS ESPECIALISTAS
Talvez a mudança mais importante seja quem está usando a análise de dados.
O pensamento estatístico já não está restrito a especialistas. Engenheiros, operadores, profissionais da qualidade e líderes estão interagindo cada vez mais diretamente com os dados como parte do trabalho cotidiano.
À medida que as ferramentas se tornam mais acessíveis e os fluxos de trabalho mais intuitivos, a análise de dados passa a ser uma capacidade compartilhada, e não um gargalo. Isso possibilita ciclos de melhoria mais rápidos, decisões melhores mais próximas do trabalho e operações mais resilientes como um todo.
OLHANDO PARA O FUTURO
Nas organizações que atendemos, um padrão é claro: o sucesso com a análise de dados é intencional.
Equipes de alto desempenho conectam qualidade, OEE, simulação, insights preditivos e pensamento estatístico em uma abordagem coerente. Elas não tratam a análise de dados como um projeto ou uma plataforma, mas como uma forma de trabalhar.
O resultado não é apenas uma análise melhor, mas decisões melhores, menor risco e um desempenho mais confiável.
Se você deseja avançar do insight para a ação, o Minitab Solution Center ajuda as equipes a conectar dados, análises e tomada de decisão em uma abordagem única e escalável.
